Modulação autonômica cardíaca na doença renal crônica

dc.audience.educationLevelDoutorado
dc.contributor.advisorAbreu, Luiz Carlos de
dc.contributor.advisorRaimundo, Rodrigo Daminello
dc.contributor.authorSilva, Sidney Benedito
dc.date.accessioned2026-05-18T12:55:53Z
dc.date.issued2016
dc.descriptionIntrodução: A doença renal crônica (DRC) é definida como presença de lesão renal ou de nível reduzido de função renal. Na fase mais avançada, insere-se a hemodiálise (HD) para manutenção do meio interno. A sessão de HD afeta agudamente o peso, a pressão arterial e a modulação autonômica, porém são necessários mais estudos para avaliar a permanência desses efeitos durante o intervalo interdialítico. Objetivos: (1) avaliar regulação autonômica cardíaca durante a hemodiálise em pacientes hemodinamicamente estáveis com doença renal crônica e (2) avaliar o efeito do intervalo interdialítico sobre o índice de massa corporal, pressão arterial e a modulação autonômica cardíaca de pessoas com doença renal crônica. Método: foram conduzidos dois estudos. Em ambos, a frequência cardíaca (FC) foi registrada pelo cardiofrequencímetro Polar RS800Cx, fixado no tórax dos indivíduos. A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) foi analisada nos domínios do tempo e da frequência. Os dados foram analisados de acordo com sua normalidade e, em seguida, aplicados os testes estatísticos correspondentes. Foi considerado estatisticamente significante um valor de p < 0,05. Resultados do artigo I: 16 voluntários (12 do sexo masculino e 4 do sexo feminino), com média de idade de 54.4±1.7 anos. A análise antes, durante e após a sessão de HD resultou em aumento de SDNN (29.77±12ms vs. 51.70±41.6ms, p<0.05), pNN50 (1.29±3.5 vs. 4.37±7.8, p<0.05), LFms2 (168.2±179.8 vs. 562.6±455.7, p<0.05) e HFms2 (59.3±70.78 ms2 vs. 186.3±335.1, p<0.05). Resultados do artigo II: 30 voluntários (15 do sexo masculino e 15 do sexo feminino), com média de idade de 50, 20 ± 14,08 anos e com tempo de HD de 6,67 ± 5,74 anos. A comparação de após 68 horas de intervalo interdialítico mostrou que houve diferença significante em peso [63.82 (12.80) vs 65.53 (13.19), p<0.001], IMC [23.41 (4.55) vs 24.42 (4.65), p<0.001], PAS [131.33 (19.25) vs 143.00 (21.03), p=0.010], MeanRR [699 (673.38-783.44) vs 776.2 (749.89-845.69), p=0.004] e FC [86.66 (79.78-92.42) vs 77.35 (72.57-81.74), p=0.004], porém não houve alterações nos índices de variabilidade da frequência cardíaca. Conclusões: (1) em pacientes hemodinamicamente estáveis, a sessão de HD aumenta agudamente a modulação global da frequência cardíaca, influenciando o componente parassimpático da VFC, com mais intensidade em torno de 150-210 minutos de sessão e (2) o intervalo interdialítico de 68 horas promove significante aumento do peso, índice de massa corporal, pressão arterial sistólica e frequência cardíaca, porém sem alterações dos índices de VFC
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/587
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordInsuficiência renal crônica
dc.subject.keywordDiálise renal
dc.subject.keywordFrequência cardíaca
dc.subject.keywordSistema nervoso autônomo
dc.titleModulação autonômica cardíaca na doença renal crônica
dc.typeTese

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