Ventilação não invasiva pós extubação em crianças: revisão de literatura

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Introdução: A Ventilação Não Invavisa (VNI) desempenha um papel importante em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) Pediátricas e Neonatais, pois consegue melhorar a ventilação alveolar por meio do uso de uma pressão positiva ininterrupta, oferecendo suporte principalmente para afecções respiratórias após a extubação e é capaz de evitar os danos ocasionados pela Ventilação Mecânica Invasiva (VMI). Objetivo: Analisar a eficácia da VNI após a extubação em crianças. Materiais e Métodos: Foi elaborada uma revisão bibliográfica de literatura das bases de dados MedLine(Pubmed), Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e Scielo, selecionando artigos científicos em inglês, português, espanhol e francês, publicados desde 1999 à Dezembro de 2017, por meio dos descritores. Discussão: O modo CPAP da VNI melhora a oxigenação, é benéfico também em reabilitação de pacientes com doenças obstrutivas, ICC e auxilia na redução do trabalho muscular respiratório. O uso da VNI após a extubação pode ser terapêutico ou profilático, sendo uma alternativa barata, simples e eficaz, com facilidade de instalação e capaz de reduzir o desconforto respiratório e diminuição de complicações vinculadas ao uso do tubo endotraqueal, de modo que é indicado em crianças de alto risco para evitar a reintubação. Conclusão: É importante ressaltar que quando a equipe multidisciplinar é bem informada sobre a VNI e a executa adequadamente, também se mostra eficaz para prevenir reintubação e evita danos da VMI, mas ainda são necessários mais estudos em diversas situações em que os pacientes possam estar submetidos.

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