A importância das microvesículas na sinalização da nefropatia diabética
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As vesículas extracelulares (VEs) pertencem ao um grupo heterogêneo de vesículas que são liberadas pelas células nas condições fisiológicas e patológicas, e apresentam duas subclasses de VEs que se diferem pelas vias da biogênese que são os exossomos que é derivado dos corpos multivesiculares (MVB) e as microvesículas (MVs) que se da através do brotamento direito da membrana celular.Em cultura tem demonstrado que o excesso de glicose é um estimulo potente para a síntese intracelular e à liberação de Angiotensinall (Ang ll), assim favorecendo a superprodução intrarenal de Angll, sendo uma nefropatia diabética (ND) característica.A angiotensina ll realiza um papel local fundamental na progressão da doença renal devido aos seus efeitos pró-inflamatórios e profibróticos.O sistema renina angiotensina aldosterona (SRAA) tem como função a regularização do volume sanguíneo vascular sistêmico e é responsável por manter a tonicidade vascular, a regulação de liquido extracelular e da pressão arterial e é produto de reações proteolíticas, tendo esse sistema à responsabilidade pelas diversas alterações crônicas.As lesões renais que acontece na DN são decorrentes de uma série de intensas alterações fisiopatológicas iniciando por distúrbios na homeostase da glicose. Tanto na fisiopatologia da ND é parecido no DM do tipo l quanto no DM do tipo ll. O gene promotor da citocina TNF-alfa, lL-6 e IL-1 beta, polimorfimos e modulações na expressão está associada à sensibilidade a indivíduos com Nefropatia Diabética(ND).
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