Indicadores de risco para distúrbio da deglutição em unidade pediátrica

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data

Orientador

Nível Educacional

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor

Resumo

Descrição

Ao nascimento a primeira necessidade da criança relaciona-se à respiração e a segunda é a alimentação. Qualquer alteração na coordenação sucção-respiração-deglutição e no controle neuromuscular para a propulsão do alimento à faringe, esôfago e estômago pode desencadear uma situação de risco que deve ser diagnosticada e controlada. Diferentes distúrbios neuromotores e malformações podem manifestar clinicamente a disfagia em qualquer etapa da infância. A criança com disfagia encontra-se em risco nutricional que pode comprometer o desenvolvimento neuropsicomotor, bem como acarretar complicações pulmonares. Dessa forma, a identificação do risco para os distúrbios da deglutição em crianças internadas é fundamental e permite a avaliação fonoaudiológica e manejo das alterações, por meio de tratamento precoce, prevenindo complicações. O objetivo deste estudo foi identificar crianças com risco para disfagia internadas na enfermaria da unidade pediátrica do Hospital Municipal “Dr. Carmino Caricchio” - Tatuapé (HMCC). A partir do censo hospitalar foram identificadas as crianças internadas na enfermaria pediátrica no período de coleta de dados. Inicialmente foi feito um levantamento do prontuário para identificar gênero, idade, o motivo da internação, o diagnóstico médico da internação, bem como antecedentes e numero de internações anteriores Em seguida foi realizada entrevista com o responsável pela criança, em vista de obter informações sobre condição alimentar e identificação de possíveis sinais e sintomas de risco para a disfagia. Após entrevista com o responsável, foi realizada observação da criança quanto à via de alimentação e condição de respiração em ar ambiente ou oxigênio. Os dados foram anotados no protocolo de registro de indicadores de risco para a disfagia infantil desenvolvido para este estudo. Este estudo permitiu identificar 58 crianças (39%) com risco para disfagia internadas na enfermaria da unidade pediátrica. Estas crianças encontravam-se no primeiro ano de vida e foram de ambos os gêneros. O diagnóstico médico era de patologias respiratórias e/ou neurológicas. Os antecedentes identificados como fatores de risco para disfagia foram a prematuridade e as alterações respiratórias. Os sinais e sintomas relatados pelos familiares durante a alimentação (cansaço, tosse, engasgo, vomito e nasoregurgitação) são fatores de risco para disfagia.

Citação

DOI

Avaliação

Revisão

Suplementado Por

Referenciado Por

Licença Creative Commons

Exceto quando indicado de outra forma, a licença deste item é descrita como Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International