Uso do plasma rico em plaquetas como tratamento de deiscência de ferida operatória recidivante após mamoplastia
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O perfil mamário é um aspecto muito importante da feminilidade e do contorno corporal. Por isso, a mastopexia com prótese é um procedimento muito procurado, uma vez que a ptose mamária gera incômodo estético e baixa da auto-estima. Entretanto, como todo procedimento cirúrgico, não é isenta de riscos. Suas complicações mais frequentes são o atraso da cicatrização e a deiscência de sutura, o que gera impacto social e financeiro à paciente e ao sistema de saúde. Os tratamentos convencionais muitas vezes são incapazes de resolver as feridas, principalmente quando estas são causadas por anormalidades nos fatores de crescimento. Nesses casos, o Plasma Rico em Plaquetas (PRP), se torna uma opção de tratamento, já que tem como principal ação a modulação dos fatores de crescimento. Suas vantagens adicionais são o baixo custo do procedimento em relação a outros tratamentos e sua segurança por se tratar de um tratamento autólogo. Relata-se, nesse trabalho, quatro casos de pacientes submetidas a mastopexia com prótese que evoluíram com deiscência de sutura recidivante após tratamento convencional (sutura e curativos) e foram tratadas com sucesso com PRP associado à Laserterapia de baixa potência. Nesse contexto, observa-se que o PRP é um tratamento promissor, uma vez que se mostra eficaz, possui baixo custo e é um produto autólogo. Mais estudos precisam ser desenvolvidos afim de se padronizar suas indicações, contraindicações, modo de preparo, armazenamento e quantidade de aplicações
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