Proposta de um índice combinado para classificação do risco a saúde corporal de escolares brasileiros

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Introdução: A avaliação das condições de saúde apresenta-se como um processo complexo quando se considera o levantamento de dados para grandes populações, especialmente quando tratam-se de crianças e adolscentes. O desenvolvimento de instrumentos e busca por aprimoramento na interpretação dos resultados já conhecidos a partir dos grandes levantamentos populacionais tem motivado os pesquisadores a tentar entender como extrair da melhor forma posível indicadores que ajudem a retratar a realidade destes grupos. No Brasil são realizados grandes levantamentos com crianças e adolscentes com o próposito de investigar suas condições de saúde, entretanto ainda não são explorados em sua totalidade as informações obtidas, necessitanto que sejam observados estes dados, especialmente de forma combinada, com a perspectiva de melhor compreender a relação destes dados e como estes podem ajudar na melhoria das ações direcionadas a esta população. Objetivo: O presente estudo buscou o desenvolvimento de um indicador combinado a partir de informações subjetivas, retratando uma saúde física comprometida (SFC), relacionando com comportamentos de risco. Métodos: Trata-se de um estudo transversal a partir de dados secundários da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), edição 2012, disponibilizados de forma pública no site do IBGE (https://www.ibge.gov.br/). Foram consideradas as respostas referentes a “atividade física”, “percepção do estado nutricional” e “esforço para mudar o peso” de 108.778 escolares com idade entre 11 e 18 anos para compor o indicador em desenvolvimento (FSC), relacionando com informações sociodemográficas e comportamentais, apresentando os resultados por meio da estatística descritiva univariadas e multivariada, empregando a regressão logística de Poisson como recurso para analisar a associação entre as variáveis estudadas. Resultado: A partir da ênfase da classificação negativa da SFC, observou-se associação significativa com características individuais (gênero e raça), comportamentais (tabagismo e consumo de drogas), familiares (por exemplo, não morar com os pais), uso de telefone e região do país em que vive. Conclusão: O indicador de SFC parece retratar um cenário que merece atenção e cuidado, podendo ser uma alternativa ágil e de baixo custo para o rastreio de cenários que podem articular com outras informações, com a perspectiva de implementar ações para melhoria da realidade de saúde da população de escolares.

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