Prevalência do consumo de álcool por acadêmicos de medicina do nordeste brasileiro
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Objetivo: Esta pesquisa tem como objetivo geral averiguar a prevalência do consumo de álcool das alunas do curso de medicina de uma universidade do nordeste brasileiro. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa analítica, quantitativa e transversal. Participaram da pesquisa 293 alunas do curso de medicina, sendo distribuídas em dois grupos: Grupo I com 155 alunas, com alunas do 1º ao 6º semestre e Grupo II com 138 alunas, do 7º ao 12º semestre. Foram utilizados dois questionários: um sociodemográfico com questões sobre preferência de bebidas alcoólicas, uso de álcool na família e uso de substâncias psicoativas. O segundo questionário refere-se ao AUDIT. Resultados: A prevalência de consumo de álcool se apresentou maior para o segundo grupo, com 63,23% e 77,54%, respectivamente. Percebeu-se que nos últimos anos do curso evidenciou-se um contexto mais favorável para proceder ao uso do álcool, tendo em vista o estresse vivenciado e uma maior sobrecarga nos últimos períodos do curso. No entanto, com base no AUDIT, verificou-se uma predominância de baixo risco para os dois grupos, com 90,97% e 86,23%, respectivamente. Conclusão: Concluiu-se que apesar de ocorrer a predominância do baixo risco na escala de consumo, existe uma preocupação que permeia a literatura da área e a prática quanto à importância de discutir sobre a temática do consumo de álcool no que diz respeito às acadêmicas de medicina, visto que essas necessitam compreender os diversos riscos presentes no consumo abusivo de álcool enquanto estudantes e futuras profissionais da área da saúde.
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