Covid-19 na região metropolitana do Grande ABC, São Paulo, Brasil: uma perspectiva sobre os eventos epidemiológicos
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INTRODUÇÃO: A doença do novo coronavírus 2019 (COVID-19) vem ocasionando impactos econômicos e nos sistemas de saúde mundiais, desencadeando crises humanitárias em regiões vulneráveis, marcadas por elevadas taxas de mortalidade da doença. O Brasil vem sofrendo por um aumento no número de casos, característicos da formação de uma segunda onda, com grandes diferenças epidemiológicas observadas nas mais diversas regiões do país. Muitos estudos ilustram o comportamento da COVID-19 no estado de São Paulo, mas há lacunas na literatura científica sobre a epidemiologia da COVID-19 em municípios da região metropolitana de São Paulo que constituem importante polo industrial da América latina, como por exemplo, a região do Grande ABC. OBJETIVO: Avaliar as tendências de mortalidade e letalidade da COVID-19 durante o período de março de 2020 a março de 2021, em municípios do Grande ABC, região metropolitana de São Paulo, Brasil, dividindo em dois períodos (1° Onda março a novembro de 2020 a dezembro a março de 2021. MÉTODO: Foi realizado um estudo ecológico de series temporais com dados populacionais oriundo do Ministério da Saúde do Brasil. Foram coletados o número de casos e óbitos confirmados para COVID-19 nos municípios que compõe a região do Grande ABC (Diadema, Mauá, Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul) no período de março de 2020 a março de 2021. Foi realizado a regressão linear de Prais-Winsten, e calculado o percentual de mudança diária. Foram consideradas diferenças significativas, quando p<0,05. RESULTADOS: Na região do Grande ABC, no período analisado, foram registrados 148,767 casos e 5,832 óbitos de COVID-19. Apesar da taxa de mortalidade ter se mantido estacionária durante a 1° onda (março a novembro de 2020) e a segunda onda (dezembro de 2020 a março de 2021); a letalidade transitou de decrescente durante a primeira onda para estacionária durante a segunda onda, com índices variando segundo o município. CONCLUSÃO: Os resultados obtidos em conjunto são importantes indicadores para o monitoramento do comportamento da Pandemia na Região do ABC e seus municípios componentes. Enfatiza-se que esforços continuam sendo necessários para conter a disseminação da doença em todos os municípios analisados até que a doença não represente uma ameaça à Saúde Pública.
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