Mulheres em hemodiálise: mudanças na ocupação laboral e resiliência

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A resiliência é considerada como uma capacidade individual, constituída no desenvolvimento pessoal de cada ser humano, através da sua interação com o ambiente, como também, é entendida como uma capacidade coletiva, dependendo do grupo onde o sujeito está inserido. Uma das forma de constatar a resiliência é no processo de adoecimento, que envolve aspectos psíquicos, frente ao restabelecimento e as mudanças no convivío social. A doença renal crônica exige um tratamento prolongado e pode acarretar diversas mudanças na vida dos pacientes. Sendo assim, objetivo é identificar como as mulheres vivenciam as mudanças em suas ocupações laborais após inicio do tratamento hemodialítico e sua influência com a resiliência. Estudo exploratório, discursivo, de natureza mista (quali-quanti), desenvolvido em serviço de hemodiálise no município de São Paulo, com 32 mulheres com doença renal crônica, entre Maio e Agosto de 2017. Foi realizada entrevista com roteiro estruturado. A análise qualitativa seguiu a estrutura proposta por Minayo e os dados quantitativos foram submetidos ao teste ShapiroWilk <0,05, Mann-Whitney e Kruskal-Wal. O estudo revelou que as mulheres apresentaram uma característica de resiliência média. Para a maioria delas sem nenhuma atividade laboral, identificou-se sentimentos de dependência, desconforto, revolta e desânimo. Foi possível observar a importância das atividade laboral, como um fator de proteção e fortalecimento da resiliência, bem como a importância do apoio de equipe multiprofissional para intervenções que favoreçam o construto da resiliência.

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