Ressonância magnética no diagnóstico da Doença de Alzheimer

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A Doença de Alzheimer (DA) é a principal causa de demência, afetando principalmente pessoas com mais de 65 anos, e caracteriza-se por manifestações cognitivas e neurocomportamentais, como perda de memória e alterações no humor. Estima-se que, até 2050, o número de casos de demência devido à DA alcance 150 milhões globalmente, com 5,7 milhões no Brasil. O aumento da incidência da doença está relacionado ao envelhecimento populacional, além de fatores genéticos, sociais, ambientais e de estilo de vida. O diagnóstico é realizado por meio de avaliações cognitivas, exames de neuroimagem (como ressonância magnética e tomografia computadorizada) e testes laboratoriais, sendo a ressonância magnética essencial para detectar alterações estruturais iniciais. A espectroscopia de prótons e a volumetria do hipocampo na RM complementam o diagnóstico, permitindo a identificação de alterações bioquímicas e do grau de atrofia hipocampal.

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