Cintilografia da glândula tireoide

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A cintilografia da glândula tireoide é considerada um dos exames mais antigos da Medicina Nuclear com Início nas décadas de 40/50, o primeiro isótopo a ser utilizado foi o Iodo 131, para cálculo da captação tiroideana. Sendo está modalidade uma das formas mais importantes para diagnóstico e tratamento de doenças, com uma alta sensibilidade este método é destinado para avaliar o funcionamento, lesões e usada no planejamento terapêutico da glândula. Com o formato de borboleta, ela fica localizada na parte anterior do pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão no plano medial, envolvendo parte da traqueia e da laringe, na direção da quinta vertebra cervical e a primeira torácica, com a principal função de regular o metabolismo do corpo, interferindo no desenvolvimento e crescimento do organismo. O exame é realizado depois que o paciente ingere ou injetada um medicamento com capacidades radioativas que tenha afinidade com o órgão a ser examinado, sendo eles o Iodo 131 com meia-vida longa de aproximadamente oito dias, Iodo 123 com meia-vida de aproximadamente 13 horas ou Tecnécio 99m que tem meia-vida de apenas 6 horas, esses radiofármacos tem como função marcar a área de interesse a ser examinada. Sendo assim, demostraremos as características de cada radiofármaco usado na realização do exame, como as vias de administração, modo de captação, pois o iodo é captado pelas células foliculares e o Tecnécio 99m é captado também pelas células foliculares e por nódulos suas vantagens e desvantagens na realização do exame.

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