A importância da utilização da ressonância magnética no diagnóstico de endometriose
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Estima-se que a Endometriose tenha prevalência em 10% da população feminina e, em mulheres sem fertilidade pode acometer cerca de 30% a 60 %. Endometriose possui múltiplas causas que se empregam a fatores de nível genético, disfunções imunológicas e do próprio endométrio, entre outros. O estudo objetivou compreender a utilização da ressonância magnética para diagnosticar endometriose. Trata-se de pesquisa de Revisão bibliográfica com uso de referências em base científicas LILACS (Literatura Latino-Americana em Ciências de Saúde), BDENF (Base de Dados Bibliográficos Especializada na Área de Enfermagem do Brasil) e SciELO (Scientific Eletronic Library Online), entre outras. O diagnóstico é feito por meio de avaliação clínica, exame físico e com uso de exames de imagem como ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética para estadiamento da patologia. Sendo que a ressonância Magnética possibilita avaliação da pelve com visão de diversos planos e com resolução anatômica e espacial efetiva. Além de diferenciar os tipos da doença e sua etiologia. Considerado como um método diagnóstico na endometriose sem uso de radiação ionizante, não invasivo que expõe imagens dos tecidos com maior precisão no diagnóstico da patologia. Dessa forma a indicação de RM se apresenta como uma metodologia para diagnosticar endometriose para o emprego da terapêutica adequada.
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