Caracterização de risco para disfagia em idosos institucionalizados
| dc.audience.educationLevel | Especialização | |
| dc.contributor.advisor | Barros, Renata Mendonça de | |
| dc.contributor.author | Silva, Izabelle Regina Vasconcelos | |
| dc.date.accessioned | 2026-09-01T14:28:15Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description | A atuação da fonoaudiologia com a população geronte ganha a cada geração maior notoriedade e espaços de disseminação e atualmente é compreendida como uma ciência imprescindível para otimização da capacidade funcional e qualidade de vida. Objetivo: caracterizar fatores clínicos gerais, sociodemográficos e psicossociais associados à disfagia em idosos institucionalizados. Resultados: A amostra foi constituída por 70 sujeitos, 62,86% do sexo masculino e 37,14% do sexo feminino; 62,86% dos idosos residiam há mais de 10 anos na instituição. Dentre a amostra observou-se: alteração de bochechas em 65,71%, língua em 62,86%, lábios em 55,71% e alteração em reflexos orais em 21,43%; 32,86% faziam uso de próteses totais ou parciais e 28,57% eram edêntulos; 47,14% com oferta alimentar independente; 54,29% apresentaram algum tipo de alteração da deglutição, com indícios de disfagia, 25,71% mantinham deglutição funcional e 20% não apresentavam alteração. Notou-se prevalência de maiores graus de comprometimento na deglutição para as doenças de origem cardiovascular (42%), pulmonar (38,63%) e endócrina (35,49%); relação fraca para as condutas estabelecidas pelas equipes de fisioterapia, fonoaudiologia e nutrição; relação fraca entre os níveis de disfagia com a participação em grupos; relação muito fraca entre disfagia com o escore da Escala de Downton, relação moderada à forte com as escalas de Braden e Fugulin. Níveis de relação fraca quanto à satisfação com cuidado da equipe multiprofissional, atenção espiritual, liberdade quantos aos desejos, acomodação individual, higiene e qualidade do sono. Conclusão: há correlação entre distúrbios da deglutição e distúrbios de origem cardiovascular, neurológica e endócrina; mesmo com alterações em motricidade orofacial há adaptações funcionais em uma parcela da população geronte; o comportamento comunicativo e participação em atividades direcionadas mostram-se como bons preditores para o desempenho em funções estomatognáticas; escalas utilizadas para monitoramento de riscos e qualidade de vivência também contribuem para rastreio amplo dos riscos de disfagia. Há necessidade de olhar mais integrador e mulstidisciplinar na elaboração de futuras pesquisas para aprofundamento orgânico acerca dos fatores predisponentes à disfagia. | |
| dc.description.course | Disfagia | |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/1462 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | |
| dc.subject.keyword | Transtornos de deglutição | |
| dc.subject.keyword | Envelhecimento | |
| dc.subject.keyword | Idoso | |
| dc.subject.keyword | Saúde do idoso | |
| dc.title | Caracterização de risco para disfagia em idosos institucionalizados | |
| dc.type | Trabalho de conclusão de curso |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- Izabelle Silva.pdf
- Tamanho:
- 1,23 MB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
