Estimulação elétrica funcional durante treino de marcha em pessoas após acidente vascular encefálico.

dc.audience.educationLevelDoutorado
dc.contributor.advisorAbreu, Luiz Carlos de
dc.contributor.advisorMonteiro, Carlos Bandeira de Mello
dc.contributor.authorDantas, Maria Tereza Artero Prado Dantas
dc.date.accessioned2026-04-30T00:22:09Z
dc.date.issued2018
dc.descriptionIntrodução: O Acidente Vascular Encefálico (AVE) normalmente desencadeia comprometimentos motores, cognitivos e sensoriais, sendo a hemiparesia a principal sequela, a qual apresenta fraqueza de dorsiflexores e queda do pé no membro inferior parético, fato que prejudica a marcha e afeta a execução das atividades de vida diária. Além disso, é comum tropeços e quedas, devido ao distúrbio neurológico, e, assim, a reabilitação da marcha pode ser uma boa estratégia para reduzir esses episódios em pessoas pós-AVE, sendo o estimulador de pé caido um equipamento terapêutico de Estimulação Elétrica Funcional (EEF), que pode ser usado durante a marcha com este intuito. Objetivo: Avaliar os efeitos de um protocolo de estimulação elétrica funcional durante treino de marcha em esteira em indivíduos pós-AVE. Método: Trata-se de um estudo longitudinal, randomizado e cruzado, no qual participaram 28 indivíduos com hemiparesia pós AVE, distribuídos igualmente em dois grupos (Grupo AB: treinamento inicial em esteira com estimulação seguida de treinamento em esteira sem estimulação; Grupo BA: treinamento inicial em esteira sem estimulação seguido de treinamento em esteira com estimulação), usando o estimulador de pé caido WalkAide® (Innovative Neurotronics, Austin, TX). Os indivíduos foram avaliados antes do início dos protocolos (momento 1), entre os protocolos (momento 2) e no final do protocolo (momento 3), utilizando os seguintes instrumentos: Avaliação de Fugl- Meyer, Mini-Exame do Estado Mental, Escala de Equilíbrio de Berg, Lower Extremity Motor Coordination Test, Teste de Caminhada de 10 Metros, Timed Up and Go Test (TUG) e Teste de Caminhada de 6 Minutos (TC6). Resultados: O uso da EEF é efetiva em indivíduos pós-AVE. Na função sensório-motora e na coordenação no membro inferior não parético, os indivíduos melhoraram independentemente do período que a EEF foi aplicada, enquanto na melhora do membro inferior parético ocorreu apenas no grupo que iniciou o protocolo sem estimulação. Entretanto, ganhos de equilíbrio foram observados apenas quando os indivíduos receberam a estimulação e ganhos no TUG e no TC6 quando os indivíduos foram estimulados pela primeira vez. Além disso, os efeitos de manutenção do treinamento foram observados após a realização do período de treinamento com ou sem EEF. Conclusão: O treinamento em esteira com EEF promoveu melhores resultados nos indivíduos pós- AVE na maioria das variáveis analisadas, fato que sugere a aplicação desse protocolo nessa população para colaborar com o processo de reabilitação.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/463
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordAcidente vascular cerebral
dc.subject.keywordReabilitação
dc.subject.keywordEstimulação elétrica
dc.subject.keywordMarcha
dc.titleEstimulação elétrica funcional durante treino de marcha em pessoas após acidente vascular encefálico.
dc.typeTese

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