Características epidemiológicas do traço falciforme em doadores de sangue da Região Centro Sul do Ceará
| dc.audience.educationLevel | Mestrado | |
| dc.contributor.advisor | Christofolini, Denise Maria | |
| dc.contributor.author | Tavares, Natalia Bastos Ferreira | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-19T17:16:40Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description | As hemoglobinopatias são as doenças genéticas mais frequentes no Brasil e, dentre elas, a anemia falciforme é a mais prevalente, sendo assim considerada um grave problema de saúde pública do Brasil e do mundo, com grande impacto na morbimortalidade da população. A doença se dá em consequência da presença de uma mutação no gene da beta globina, herdada em homozigose (HbSHbS). Assim, o conhecimento do número de heterozigotos (HbAHbS) na população, também conhecidos como portadores do traço falciforme, associado ao aconselhamento reprodutivo pode prevenir o aumento do número de casos da doença. O objetivo do presente trabalho foi identificar as características epidemiológicas dos heterozigotos para HbS na região centro sul do Ceará, Brasil. Trata-se de um estudo quantitativo com técnica de análise documental por meio dos dossiês de doadores de sangue cadastrados no Hemocentro Regional de Iguatu/Ce, no período de janeiro de 2005 a dezembro de 2012. Os dados foram analisados através do Programa Statistical Package of Science (SPSS) na sua versão 20.0. O estudo seguiu as recomendações éticas da Resolução 466/12 CNS tendo sido aprovado pelo comitê de Ética da Universidade Regional do Cariri através do parecer n°470.177. Entre os 41372 dossiês analisados foram pré-selecionados 334 dossiês. Contemplados os critérios de inclusão, 246 dossiês completos de doadores portadores de HbS, heterozigotos, não consanguíneos foram incluídos na pesquisa. O coeficiente médio de prevalência da HbS no período foi de 0,59%. A média de idade foi de 30 anos (mediana 29, desvio- padrão 6.8840, Imín 19, Imáx 51). De acordo com a autodeclararão de cor, brancos representaram 19,9% da amostra acometida, pardos representavam 69,9%, e negros 10,1%. 54,07% eram do sexo feminino e 45,93% do sexo masculino. Quanto à procedência, 35,4% dos doadores eram oriundos da cidade de Iguatu. A prevalência da HbS é baixa comparada com outros cenários regionais e, por isso, pode não ser considerada um problema de saúde pública local. Entretanto, a proximidade geográfica entre os municípios com maior número de doadores de sangue aliado ao processo de miscigenação, permite que ocorra o fluxo de genes entre indivíduos e, por conseguinte, o nascimento de descendentes portadores de doenças falciformes. | |
| dc.description.course | Ciências da Saúde | pt_BR |
| dc.identifier.uri | https://dspace.fmabc.br/handle/1/603 | |
| dc.language.iso | pt_BR | |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil | en |
| dc.rights.access | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ | |
| dc.subject.keyword | Hemoglobinopatias | |
| dc.subject.keyword | Doadores de sangue | |
| dc.subject.keyword | Anemia falciforme | |
| dc.subject.keyword | Saúde pública | |
| dc.subject.keyword | Brasil | |
| dc.title | Características epidemiológicas do traço falciforme em doadores de sangue da Região Centro Sul do Ceará | |
| dc.type | Dissertação |
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