Biologia, diagnóstico e tratamento: tumores estromiais gastrointestinais
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Os tumores estromais gastrointestinais (GISTs) são raros, representando de 0,1% a 3% de todos os tumores gastrointestinais. Porém, são as neoplasias mesenquimais mais freqüentes no trato gastro intestinal. Seu diagnóstico é baseado no quadro clínico do paciente, nas características morfológicas, e, em associação, na expressão de um oncogene, conhecido como c-Kit (CD117), que codifica para um receptor de membrana que é uma tirosina cinase, responsável por funções celulares centrais na história natural do tumor, como a proliferação, a adesão, a apoptose e a diferenciação celular, sendo detectada por método imuno-histoquímico. Na maioria das vezes, os pacientes são assintomáticos, sendo a formação descoberta incidentalmente por exames de imagem como tomografia computadorizada, ressonância magnética, ultra-sonografia e medicina nuclear. A ressecação cirúrgica é a terapia de escolha pelos médicos, e o quimioterápico mesilato de imatinib, é indicado nos casos de irressecabilidade ou doença metastática, atuando diretamente sobre o receptor tirosina cinase.
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