Necessidades alimentares especiais de escolares atendidos em uma rede pública de ensino municipal

dc.audience.educationLevelMestrado
dc.contributor.advisorSarni, Roseli Oselka Saccardo
dc.contributor.advisorNascimento, Vânia Barbosa do
dc.contributor.authorPereira, Ivani da Silva
dc.date.accessioned2026-04-27T12:44:37Z
dc.date.issued2019
dc.descriptionObjetivo: Descrever as condições sociodemográficas, doenças e restrições dietéticas de alunos com necessidades alimentares especiais (NAE) atendidos em uma rede pública de ensino municipal. Métodos: Estudo retrospectivo e observacional que avaliou fichas clínicas de 869 crianças, entre 4 meses e 12 anos, atendidas com alimentação diferenciada devido a doenças/situações clínicas, matriculadas em 82 escolas. Foram coletados os dados: sexo, idade, unidade e período escolar, beneficiário do Programa Bolsa Família, procedência da prescrição, profissão do prescritor, diagnóstico, Código Internacional de Doenças (CID), renovação anual das prescrições, tempo de atendimento e o motivo da interrupção. Resultados: Dos 34.301 alunos matriculados na rede municipal, 2,5% apresentaram necessidades alimentares especiais; o médico foi o prescritor responsável em 73,4% e houve identificação do CID apenas em 6,9% das prescrições. Diagnósticos referidos pelo profissional foram: 23,6% com algum tipo de alergia alimentar; 14,5% apresentaram alergia ao leite de vaca (ALV); 10,9% de intolerância à lactose e 54,9% outras doenças/situações clínicas. ALV foi estatisticamente mais prevalente (p<0,001) nos lactentes (25,8%) em comparação aos pré-escolares/escolares (11,6%), enquanto a dislipidemia (24,5%) e o excesso de peso (20,1%) foram mais frequentes nos pré-escolares/escolares (p<0,001). Não houve diferença significativa (p>0,05) da intolerância à lactose entre lactentes (13,8%) e pré-escolares/escolares (10,2%). Conclusão: Alergias alimentares, intolerância à lactose, excesso de peso e dislipidemia foram os principais diagnósticos associados às prescrições para crianças com necessidades alimentares especiais matriculadas em escolas públicas. A prevalência de alergia foi superior a relatada na literatura podendo sugerir diagnóstico impreciso e necessidade de confirmação pelo teste de provocação oral (TPO). Embora o médico tenha sido o principal prescritor, chamou atenção o baixo registro do CID nos encaminhamentos.
dc.description.courseCiências da Saúdept_BR
dc.identifier.urihttps://dspace.fmabc.br/handle/1/429
dc.language.isopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.accessAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.keywordCriança
dc.subject.keywordObesidade
dc.subject.keywordHipersensibilidade alimentar
dc.subject.keywordSegurança alimentar
dc.subject.keywordAlimentação escolar
dc.titleNecessidades alimentares especiais de escolares atendidos em uma rede pública de ensino municipal
dc.typeDissertação

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