Avaliação da matriz extracelular do tendão supraespinhal de ratos, submetidos à lesão

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Pacientes com lesão do manguito rotador apresentam dor e significativa impotência funcional na região da cintura escapular. O tratamento desses pacientes é a reabilitação e, dependendo da extensão da lesão, a cirurgia. Entre os diversos estudos realizados, ainda são pouco conhecidas as alterações que ocorrem na matriz extra-celular nos tendões do manguito rotador após a lesão dos mesmos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a evolução das lesões do músculo supraespinal, por análises imuno-histoquímicas e anatomopatológicas em modelo animal (ratos Wistar). Vinte e cinco ratos da raça Wistar foram submetidos à lesão completa do tendão supra-espinal e, posteriormente, foram sacrifica-dos em grupos de cinco animais nos seguintes períodos: imediatamente após a lesão; 24h após; 48h após; 30 dias após; e 3 meses após. Todos os grupos foram submetidos às análises histológicas e imuno-histoquímicas (IHQ). Em relação à proliferação vascular e ao surgimento de infiltrado inflamatório, observamos uma diferença estatisticamente significante entre os grupos 1 e 2. A análise imuno-histoquímica demonstrou que a expressão do VEGF apresentou uma diferença entre os grupos 1 e 2 estatisticamente significante e que a avaliação do Colágeno tipo 1 demonstrou o mesmo entre os grupos 1 e 4. Observamos, no trabalho, alterações de componentes da matriz extracelular compatíveis com remodelamento e cicatrização. O remodelamento é mais intenso 24h após a lesão; já o VEGF e o Col-1 estão aumentados respectivamente nos períodos 24h e 4 semanas.

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